quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

AVISO À POPULAÇÃO

PRECIPITAÇÃO PERSISTENTE 

1. SITUAÇÃO 
Situação Meteorológica: 
Em complementaridade o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) e a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), realizados hoje pelo Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), salienta-se para as próximas horas um previsível agravamento dos caudais na bacia hidrográfica do Mondego, assim como a continuação de precipitação em regime de aguaceiros nos distritos de VISEU, COIMBRA e GUARDA, nos próximos dias, destacando-se como principais fatores de risco associados: 

  • Precipitação em regime de aguaceiros prevendo-se valores acumulados de pluviosidade
  • Escoamento superficial e sub-superficial tendencialmente elevado, podendo originar cheias e inundações em particular na bacia do rio Mondego.
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS 
Em função das condições meteorológicas presentes e previstas é expectável: 

  • Possibilidade de ocorrência de cheias, em particular, nas zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis dos municípios do Coimbra, Soure, Montemor-o-Velho, e Figueira da Foz (Distrito de Coimbra). 
  • Possibilidade de inundações rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem; 
  • Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
  • Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis; 
  • Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência. 
3. MEDIDAS PREVENTIVAS 

A ANPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção, nomeadamente: 

  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas; 
  • Não se expor às zonas afetadas pelas cheias; 
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas; 
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.



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