terça-feira, 17 de janeiro de 2017

SEGURANÇA NA NOSSA ESCOLA - APRENDE A CIRCULAR

Os membros do clube dedicaram todo o primeiro período a sinalizar uma circulação correta e em segurança pela escola.
Somos muitos alunos. Se todos cumprirmos estas indicações, haverá menos barulho e menos incidentes.

PARA TUA SEGURANÇA, 
CIRCULA COM ATENÇÃO A ESTAS INDICAÇÕES!















Portugal continental afetado por superfície frontal fria


O QUE É UMA FRENTE FRIA?

Chama-se frente fria ao sistema frontal de massas de ar polar (se a massa de ar é um camião, a frente fria será o pára choques dianteiro, por anologia). Elas caminham pelo globo como verdadeiras ondas de ar. A frente quente forma-se quando o ar quente avança sobre a região que era ocupada pelo ar frio, formando áreas que são posteriormente aquecidas. 

Quando uma frente fria se aproxima, esta empurra o ar quente para a frente e para cima, formando nuvens densas que originam chuvas e temporariamente trovoadas. Se o ar quente for formado por áreas de altas pressões e for muito seco, pode bloquear o movimento da frente fria, dissipando-a ou desviando o seu movimento.



Mas, afinal, porque é que Portugal está a ‘fintar’ a vaga de frio que assola a Europa?

De acordo com o IPMA, a situação de Portugal continental não tem a ver com a que se vive na Europa, afetada por uma vaga de frio que já causou pelo menos 60 mortes. Na Polónia, o país mais afetado, as temperaturas estão a registar valores perto dos 20 graus Celsius (ºC) negativos em algumas regiões.
Esta vaga de frio vinda da Escandinávia afeta a Europa desde o fim da semana passado, provocando vítimas em outros países do Leste, como República Checa ou Bulgária, designadamente entre sem abrigos e migrantes, mas também na Macedónia, Bielorrússia ou Itália.
O Observador falou com um responsável do IPMA, que esclareceu que Portugal tem registado temperaturas normais para a época. Mesmo a descida de temperatura, que se irá sentir a partir de quinta-feira, é ‘normal’, não tendo nada a ver com as massas de ar frio que têm assolado a Europa Central e de Leste.
Mas, afinal, porque é que estas massas frias não chegam a Portugal, ou até a Espanha? A culpa é, então, do anticiclone conhecido por se sediar junto aos Açores e que se encontra, todo o ano, no Atlântico, umas vezes mais a norte outras mais a sul. Segundo o IPMA, este anticiclone é intenso e encontra-se “estacionado na região”. Portugal está, portanto, sobre a sua influência, que bloqueia a chegada de massas de ar frio.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

AVISO À POPULAÇÃO - PRECIPITAÇÃO, QUEDA DE NEVE E VENTO

Qual é a situação?

De acordo com a informação meteorológica, prevê-se para as próximas 24 horas um agravamento das condições meteorológicas, salientando-se a ocorrência de:​
  • Precipitação intensa no Minho e Douro Litoral, atingindo, de forma sequencial, a Serra do Gerês, a Serra de Montemuro e a Serra da Estrela, com valores que poderão atingir 30 a 40 mm em 6 horas. Prevê-se ainda intensificação do vento de sudoeste a partir das 21 horas de hoje, a prolongar-se durante o período noturno;
  • Precipitação intensa, na madrugada do dia 25 de novembro na região Centro (com valores que poderão atingir 20 mm em 6 horas), não sendo de excluir a possibilidade da região Sul, em particular os distritos de Lisboa e Setúbal, poderem ser afetados por este fenómeno de precipitação forte;
  • Queda de neve à cota dos 1000/1200 metros, descendo para a cota dos 800 metros durante a noite, podendo, nas serras do Gerês e Montemuro e na região de Chaves e Montalegre, serem atingidos valores de 40 mm de neve, em 12 horas

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt 
 
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O que pode acontecer?

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:
  • Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;
  • Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
  • Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
  • Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
  • Danos em estruturas montadas ou suspensas;
  • Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
  • Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;
  • Possíveis acidentes na orla costeira;
  • Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.
Como pode proteger-se?

A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:
  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
  • Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
  • Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
  • Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Prevenir o Outono

Com a chegada do outono iniciam-se as primeiras chuvas. 

É o começo do Ano Hidrológico, época em que podem ocorrer com frequência as seguintes situações:
  • Inundações urbanas causadas por acumulação de águas pluviais devida à obstrução dos sistemas de escoamento (sarjetas, sumidouros, valetas) por folhas de árvores caídas, bem como detritos vegetais e outros inertes acumulados durante a última estação seca;
  • Cheias ao longo dos cursos de água em consequência do transbordo dos seus leitos menores;
  • Movimentos de massa ao longo de vertentes e taludes (deslizamentos, derrocadas e outros) em resultado de fenómenos de instabilidade provocados por infiltração de água pluviais, remoção do coberto vegetal (por exemplo, na sequência de incêndios rurais) e/ ou impermeabilização de solos
  • Contaminações de fontes de água potável por inertes 
  • Arrastamento de objetos soltos para as vias rodoviárias
  • Desprendimento de estruturas amovíveis ou deficientemente fixadas por ação de ventos fortes
Face a este cenário, a ANPC recomenda à população que adote as medidas de precaução adequadas para fazer face à situação.

Saiba como agir. Consulte os folhetos sobre:​​​​

A TERRA TREMEU no JI de Alto Soutelo


O Jardim de Infância de Alto Soutelo enviou-nos fotos da Atividade

A TERRA TREME

Olha só que divertidos os nossos meninos estão!!!
E assim se aprende em pequenino...
















quarta-feira, 12 de outubro de 2016

A TERRA TREME


EXERCÍCIO PÚBLICO DE CIDADANIA NO ÂMBITO DO RISCO SISMICO

O exercício nacional A TERRE TREME, terá lugar amanhã, 13 de outubro, às 10h13.
Esta iniciativa, promovida pela Autoridade Nacional de Proteção Civil e que tem a duração de apenas 1 minuto, procura chamar a atenção para o risco sísmico e para a importância de comportamentos simples que os cidadãos devem adotar em caso de sismo, mas que podem salvar vidas.
Muitas zonas do globo são propensas a sismos e Portugal também é um território suscetível, com zonas particularmente sensíveis a este risco.
Nós podemos estar em qualquer lado quando começar um sismo: em casa, na escola, no trabalho ou mesmo de férias. Colocamos a pergunta – estamos preparados para enfrentar uma situação de sismo e recuperar dela rapidamente?
Aproveite a ocasião para relembrar os procedimentos que deve adotar antes, durante e depois de um sismo, a começar pela sua casa e a sua família.

ANTES

O que fazer:

  • Informe-se sobre as causas e efeitos possíveis de um sismo na sua zona. Fale sobre o assunto de uma forma tranquila e serena com os seus familiares e amigos.
  • Elabore um plano de emergência para a sua família.
  • Certifique-se que todos sabem o que fazer, no caso de ocorrer um sismo.
  • Combine previamente um local de reunião, para o caso dos membros da família se separarem durante o sismo.
  • Prepare a sua casa por forma a facilitar os movimentos, libertando os corredores e passagens, arrumando móveis e brinquedos.
  • Organize o seu kit de emergência: reúna uma lanterna, um rádio portátil e pilhas de reserva para ambos, bem como um extintor e um estojo de primeiros socorros.
  • Armazene ainda água em recipientes de plástico e alimentos enlatados, para dois ou três dias (atenção: verifique com periodicidade os prazos de validade destes componentes).
  • Identifique os locais mais seguros, distribuindo os seus familiares por eles: vão de portas interiores, cantos de paredes-mestras, debaixo de mesas e de camas.
  • Mantenha uma distância de segurança em relação a objetos que possam cair ou estilhaçar.
  • Conheça os locais mais perigosos: junto a janelas, espelhos, candeeiros, móveis e outros objetos. Elevadores e saídas para a rua.
  • Fixe as estantes, os vasos e floreiras às paredes da sua casa.
  • Coloque os objetos pesados, ou de grande volume, no chão ou nas estantes mais baixas.
  • Ensine todos os familiares como desligar a eletricidade e cortar a água e o gás.
  • Tenha à mão, em local acessível, os números de telefone de serviços de emergência.

DURANTE

o que fazer se está dentro de casa ou dentro de um edifício


  • Se estiver num dos andares superiores de um edifício, não se precipite para as escadas.
  • Nunca utilize elevadores.
  • Abrigue-se no vão de uma porta interior, nos cantos das salas ou debaixo de uma mesa ou cama.
  • Mantenha-se afastado de janelas e espelhos.
  • Tenha cuidado com a queda de candeeiros, móveis ou outros objetos.

o que fazer se está na rua

  • Dirija-se para um local aberto com calma e serenidade, longe do mar ou cursos de água.
  • Não corra nem ande a vaguear pelas ruas.
  • Mantenha-se afastado dos edifícios (sobretudo dos mais degradados, altos ou isolados) dos postes de eletricidade e outros objetos que lhe possam cair em cima.
  • Afaste-se de taludes, muros, chaminés e varandas que possam desabar.
  • Se está num local com grande concentração de pessoas
  • Fique dentro do edifício, até o sismo cessar. Saia depois com calma, tendo em atenção as paredes, chaminés, fios elétricos, candeeiros e outros objetos que possam cair.
  • Não se precipite para as saídas. As escadas e portas são pontos que facilmente se enchem de escombros e podem ficar obstruídos por pessoas que tentam deixar o edifício 
  • Nas fábricas mantenha-se afastado das máquinas que podem tombar ou deslizar.

o que fazer se está a conduzir

  • Pare a viatura longe de edifícios, muros, taludes, postes e cabos de alta tensão e permaneça dentro dela.

DEPOIS

o que fazer

  • Mantenha a calma e conte com a ocorrência de possíveis réplicas.
  • Não se precipite para as escadas ou saídas. Nunca utilize elevadores.
  • Não fume, nem acenda fósforos ou isqueiros. Pode haver fugas de gás.
  • Corte a água e o gás e desligue a eletricidade.
  • Utilize lanternas a pilhas.
  • Ligue o rádio e cumpra as recomendações que forem difundidas.
  • Limpe urgentemente os produtos inflamáveis que tenham sido derramados (álcool ou tintas, por exemplo).
  • Evite passar por locais onde existam fios elétricos soltos.
  • Não utilize o telefone, exceto em caso de extrema urgência (feridos graves, fugas de gás ou incêndios).
  • Não circule pelas ruas para observar o que aconteceu. Liberte-as para as viaturas de socorro.


Este ano letivo vamos estar ainda mais atentos ao que nos rodeia!
Relembra os 3 P da Proteção Civil: 

PREVENIR, PLANEAR, PROTEGER

DIA DO AERT

No dia 22 de março, último dia de aulas do 2º período, a escola sede recebeu os alunos e crianças de todos os edifícios do Agrupamento, para...