quarta-feira, 22 de março de 2017

MAU TEMPO DE VOLTA



A Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) alerta que nos próximos dias se prevê precipitação, descida das temperaturas máxima e mínima, queda de neve e agitação marítima, com ondas que poderão chegar aos cinco metros.
Estas condições meteorológicas para os próximos dias, referem-se em especial ao litoral Norte e Centro, e estender-se-á progressivamente às restantes regiões.
Perante estas condições meteorológicas previstas, a ANPC refere que é expectável piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo e possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem.
Outros dos efeitos expectáveis é a possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis e inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem, bem como danos em estruturas montadas ou suspensas.
Possíveis acidentes na orla costeira, intoxicações por inalação de gases "por inadequada ventilação, em habitações onde se utilizem aquecimentos com lareiras e braseiras", incêndios em habitações resultantes da "má utilização de lareiras e braseiras ou avarias em circuitos elétricos" e fenómenos geomorfológicos causados por "instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência" são outros efeitos adversos expectáveis.
Como medidas preventivas a ANPC recomenda à população a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e a retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas.
Recomenda também a adoção de uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e gelo nas vias, assim como o transporte e colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve.
Outra das recomendações vai no sentido de não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas.

Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas, e ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas são outros dos conselhos da ANPC, que pede ainda para não se praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima.

terça-feira, 21 de março de 2017

PROJETO SEGURANÇA NO 1º CICLO

A turma do 4º D, trabalhou para o Projeto Segurança a segurança rodoviária.
Os alunos participaram com entusiasmo nos trabalhos a realizar.
Aqui ficam alguns desses trabalhos feitos em grupo.

Segurança ao atravessar a passadeira.









  
                  
























terça-feira, 17 de janeiro de 2017

SEGURANÇA NA NOSSA ESCOLA - APRENDE A CIRCULAR

Os membros do clube dedicaram todo o primeiro período a sinalizar uma circulação correta e em segurança pela escola.
Somos muitos alunos. Se todos cumprirmos estas indicações, haverá menos barulho e menos incidentes.

PARA TUA SEGURANÇA, 
CIRCULA COM ATENÇÃO A ESTAS INDICAÇÕES!















Portugal continental afetado por superfície frontal fria


O QUE É UMA FRENTE FRIA?

Chama-se frente fria ao sistema frontal de massas de ar polar (se a massa de ar é um camião, a frente fria será o pára choques dianteiro, por anologia). Elas caminham pelo globo como verdadeiras ondas de ar. A frente quente forma-se quando o ar quente avança sobre a região que era ocupada pelo ar frio, formando áreas que são posteriormente aquecidas. 

Quando uma frente fria se aproxima, esta empurra o ar quente para a frente e para cima, formando nuvens densas que originam chuvas e temporariamente trovoadas. Se o ar quente for formado por áreas de altas pressões e for muito seco, pode bloquear o movimento da frente fria, dissipando-a ou desviando o seu movimento.



Mas, afinal, porque é que Portugal está a ‘fintar’ a vaga de frio que assola a Europa?

De acordo com o IPMA, a situação de Portugal continental não tem a ver com a que se vive na Europa, afetada por uma vaga de frio que já causou pelo menos 60 mortes. Na Polónia, o país mais afetado, as temperaturas estão a registar valores perto dos 20 graus Celsius (ºC) negativos em algumas regiões.
Esta vaga de frio vinda da Escandinávia afeta a Europa desde o fim da semana passado, provocando vítimas em outros países do Leste, como República Checa ou Bulgária, designadamente entre sem abrigos e migrantes, mas também na Macedónia, Bielorrússia ou Itália.
O Observador falou com um responsável do IPMA, que esclareceu que Portugal tem registado temperaturas normais para a época. Mesmo a descida de temperatura, que se irá sentir a partir de quinta-feira, é ‘normal’, não tendo nada a ver com as massas de ar frio que têm assolado a Europa Central e de Leste.
Mas, afinal, porque é que estas massas frias não chegam a Portugal, ou até a Espanha? A culpa é, então, do anticiclone conhecido por se sediar junto aos Açores e que se encontra, todo o ano, no Atlântico, umas vezes mais a norte outras mais a sul. Segundo o IPMA, este anticiclone é intenso e encontra-se “estacionado na região”. Portugal está, portanto, sobre a sua influência, que bloqueia a chegada de massas de ar frio.

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

AVISO À POPULAÇÃO - PRECIPITAÇÃO, QUEDA DE NEVE E VENTO

Qual é a situação?

De acordo com a informação meteorológica, prevê-se para as próximas 24 horas um agravamento das condições meteorológicas, salientando-se a ocorrência de:​
  • Precipitação intensa no Minho e Douro Litoral, atingindo, de forma sequencial, a Serra do Gerês, a Serra de Montemuro e a Serra da Estrela, com valores que poderão atingir 30 a 40 mm em 6 horas. Prevê-se ainda intensificação do vento de sudoeste a partir das 21 horas de hoje, a prolongar-se durante o período noturno;
  • Precipitação intensa, na madrugada do dia 25 de novembro na região Centro (com valores que poderão atingir 20 mm em 6 horas), não sendo de excluir a possibilidade da região Sul, em particular os distritos de Lisboa e Setúbal, poderem ser afetados por este fenómeno de precipitação forte;
  • Queda de neve à cota dos 1000/1200 metros, descendo para a cota dos 800 metros durante a noite, podendo, nas serras do Gerês e Montemuro e na região de Chaves e Montalegre, serem atingidos valores de 40 mm de neve, em 12 horas

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt 
 
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O que pode acontecer?

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:
  • Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;
  • Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
  • Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
  • Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
  • Danos em estruturas montadas ou suspensas;
  • Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
  • Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;
  • Possíveis acidentes na orla costeira;
  • Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.
Como pode proteger-se?

A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:
  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
  • Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
  • Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
  • Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Prevenir o Outono

Com a chegada do outono iniciam-se as primeiras chuvas. 

É o começo do Ano Hidrológico, época em que podem ocorrer com frequência as seguintes situações:
  • Inundações urbanas causadas por acumulação de águas pluviais devida à obstrução dos sistemas de escoamento (sarjetas, sumidouros, valetas) por folhas de árvores caídas, bem como detritos vegetais e outros inertes acumulados durante a última estação seca;
  • Cheias ao longo dos cursos de água em consequência do transbordo dos seus leitos menores;
  • Movimentos de massa ao longo de vertentes e taludes (deslizamentos, derrocadas e outros) em resultado de fenómenos de instabilidade provocados por infiltração de água pluviais, remoção do coberto vegetal (por exemplo, na sequência de incêndios rurais) e/ ou impermeabilização de solos
  • Contaminações de fontes de água potável por inertes 
  • Arrastamento de objetos soltos para as vias rodoviárias
  • Desprendimento de estruturas amovíveis ou deficientemente fixadas por ação de ventos fortes
Face a este cenário, a ANPC recomenda à população que adote as medidas de precaução adequadas para fazer face à situação.

Saiba como agir. Consulte os folhetos sobre:​​​​

A TERRA TREMEU no JI de Alto Soutelo


O Jardim de Infância de Alto Soutelo enviou-nos fotos da Atividade

A TERRA TREME

Olha só que divertidos os nossos meninos estão!!!
E assim se aprende em pequenino...