O nosso objetivo: dar a conhecer atividades relacionadas com a temática da segurança em várias vertentes, trocar ideias sobre trabalhos e visitas de estudo e fazer amizades com outros clubes. Articulamos com o Clube ERASMUS e AMBIENTE. Reunião semanal - 14:25h às 15:15h - terça-feira. Prof responsável: Belita Almeida e alunos do 7ºD. Os JI e escolas do 1º ciclo do nosso Agrupamento também cooperam connosco! Fica atento ao blog!
quarta-feira, 15 de março de 2017
terça-feira, 7 de março de 2017
terça-feira, 17 de janeiro de 2017
SEGURANÇA NA NOSSA ESCOLA - APRENDE A CIRCULAR
Os membros do clube dedicaram todo o primeiro período a sinalizar uma circulação correta e em segurança pela escola.
Somos muitos alunos. Se todos cumprirmos estas indicações, haverá menos barulho e menos incidentes.
PARA TUA SEGURANÇA,
Portugal continental afetado por superfície frontal fria
O QUE É UMA FRENTE FRIA?
Chama-se frente fria ao sistema frontal de massas de ar polar (se a massa de ar é um camião, a frente fria será o pára choques dianteiro, por anologia). Elas caminham pelo globo como verdadeiras ondas de ar. A frente quente forma-se quando o ar quente avança sobre a região que era ocupada pelo ar frio, formando áreas que são posteriormente aquecidas.
Quando uma frente fria se aproxima, esta empurra o ar quente para a frente e para cima, formando nuvens densas que originam chuvas e temporariamente trovoadas. Se o ar quente for formado por áreas de altas pressões e for muito seco, pode bloquear o movimento da frente fria, dissipando-a ou desviando o seu movimento.
Mas, afinal, porque é que Portugal está a ‘fintar’ a vaga de frio que assola a Europa?
De acordo com o IPMA, a situação de Portugal continental não tem a ver com a que se vive na Europa, afetada por uma vaga de frio que já causou pelo menos 60 mortes. Na Polónia, o país mais afetado, as temperaturas estão a registar valores perto dos 20 graus Celsius (ºC) negativos em algumas regiões.
Esta vaga de frio vinda da Escandinávia afeta a Europa desde o fim da semana passado, provocando vítimas em outros países do Leste, como República Checa ou Bulgária, designadamente entre sem abrigos e migrantes, mas também na Macedónia, Bielorrússia ou Itália.
O Observador falou com um responsável do IPMA, que esclareceu que Portugal tem registado temperaturas normais para a época. Mesmo a descida de temperatura, que se irá sentir a partir de quinta-feira, é ‘normal’, não tendo nada a ver com as massas de ar frio que têm assolado a Europa Central e de Leste.
Mas, afinal, porque é que estas massas frias não chegam a Portugal, ou até a Espanha? A culpa é, então, do anticiclone conhecido por se sediar junto aos Açores e que se encontra, todo o ano, no Atlântico, umas vezes mais a norte outras mais a sul. Segundo o IPMA, este anticiclone é intenso e encontra-se “estacionado na região”. Portugal está, portanto, sobre a sua influência, que bloqueia a chegada de massas de ar frio.
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
AVISO À POPULAÇÃO - PRECIPITAÇÃO, QUEDA DE NEVE E VENTO
Qual é a situação?
De acordo com a informação meteorológica, prevê-se para as próximas 24 horas um agravamento das condições meteorológicas, salientando-se a ocorrência de:
- Precipitação intensa no Minho e Douro Litoral, atingindo, de forma sequencial, a Serra do Gerês, a Serra de Montemuro e a Serra da Estrela, com valores que poderão atingir 30 a 40 mm em 6 horas. Prevê-se ainda intensificação do vento de sudoeste a partir das 21 horas de hoje, a prolongar-se durante o período noturno;
- Precipitação intensa, na madrugada do dia 25 de novembro na região Centro (com valores que poderão atingir 20 mm em 6 horas), não sendo de excluir a possibilidade da região Sul, em particular os distritos de Lisboa e Setúbal, poderem ser afetados por este fenómeno de precipitação forte;
- Queda de neve à cota dos 1000/1200 metros, descendo para a cota dos 800 metros durante a noite, podendo, nas serras do Gerês e Montemuro e na região de Chaves e Montalegre, serem atingidos valores de 40 mm de neve, em 12 horas
Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt
O que pode acontecer?
Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:
- Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;
- Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
- Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
- Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
- Danos em estruturas montadas ou suspensas;
- Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
- Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;
- Possíveis acidentes na orla costeira;
- Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.
Como pode proteger-se?
A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:
- Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
- Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;
- Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
- Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
- Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
- Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
- Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
- Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
- Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.
quarta-feira, 9 de novembro de 2016
Prevenir o Outono
Com a chegada do outono iniciam-se as primeiras chuvas.
É o começo do Ano Hidrológico, época em que podem ocorrer com frequência as seguintes situações:
- Inundações urbanas causadas por acumulação de águas pluviais devida à obstrução dos sistemas de escoamento (sarjetas, sumidouros, valetas) por folhas de árvores caídas, bem como detritos vegetais e outros inertes acumulados durante a última estação seca;
- Cheias ao longo dos cursos de água em consequência do transbordo dos seus leitos menores;
- Movimentos de massa ao longo de vertentes e taludes (deslizamentos, derrocadas e outros) em resultado de fenómenos de instabilidade provocados por infiltração de água pluviais, remoção do coberto vegetal (por exemplo, na sequência de incêndios rurais) e/ ou impermeabilização de solos
- Contaminações de fontes de água potável por inertes
- Arrastamento de objetos soltos para as vias rodoviárias
- Desprendimento de estruturas amovíveis ou deficientemente fixadas por ação de ventos fortes
Face a este cenário, a ANPC recomenda à população que adote as medidas de precaução adequadas para fazer face à situação.
Saiba como agir. Consulte os folhetos sobre:
que encontras neste blog!
A TERRA TREMEU no JI de Alto Soutelo
O Jardim de Infância de Alto Soutelo enviou-nos fotos da Atividade
A TERRA TREME
Olha só que divertidos os nossos meninos estão!!!
E assim se aprende em pequenino...
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