O nosso objetivo: dar a conhecer atividades relacionadas com a temática da segurança em várias vertentes, trocar ideias sobre trabalhos e visitas de estudo e fazer amizades com outros clubes. Articulamos com o Clube ERASMUS e AMBIENTE. Reunião semanal - 14:25h às 15:15h - terça-feira. Prof responsável: Belita Almeida e alunos do 7ºD.
Os JI e escolas do 1º ciclo do nosso Agrupamento também cooperam connosco!
Fica atento ao blog!
Em risco máximo de incêndio estão os concelhos de Monchique, Portimão, Silves, Loulé, São Brás de Alportel e Tavira (Faro), Portalegre, Marvão, Castelo de Vide e Nisa (Portalegre), Mação (Santarém) e Proença-a-Nova, Castelo Branco, Vila Velha de Ródão (Castelo Branco).
O IPMA colocou também mais de 60 concelhos dos distritos de Faro, Beja, Santarém, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Castelo Branco, Viseu, Vila Real e Bragança em risco muito elevado de incêndio.
De acordo com o IPMA, há também mais de 80 concelhos de vários distritos do continente em risco elevado.
O risco de incêndio vai manter-se elevado em algumas regiões de Portugal continental pelo menos até domingo.
O risco de incêndio determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo.
Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas últimas 24 horas.
O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, temporariamente com períodos de maior nebulosidade no litoral Centro até início da manhã.
Está também previsto vento fraco a moderado do quadrante norte, soprando moderado a forte na faixa costeira ocidental e nas terras altas, até início da manhã e a partir da tarde.
A previsão aponta ainda para a possibilidade de formação de neblina ou nevoeiro matinal em alguns locais do litoral Centro e subida da temperatura máxima nas regiões Norte e Centro.
As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 11 graus Celsius (em Leiria) e os 20 (em Portalegre) e as máximas entre os 23 (no Porto e em Aveiro) e os 36 (em Évora e Beja).
terça-feira, 1 de junho de 2021
AVISO À POPULAÇÃO - PERIGO DE INCÊNDIO RURAL - MEDIDAS PREVENTIVAS
De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), para as próximas 72 horas, prevê-se um quadro meteorológico de tempo seco, com aumento gradual dos valores de temperatura máxima e vento de quadrante Leste, realçando-se os seguintes aspetos:
Humidade relativa BAIXA durante a tarde. Recuperação noturna a diminuir gradualmente.
Vento do quadrante Norte, rodando para o quadrante Leste a partir de dia 27, com brisa no litoral durante a tarde e sendo moderado a forte até 40 km/h durante a noite e manhã nas terras altas.
Subida da temperatura nos dias 27 e 28 março, com acentuada amplitude térmica, devendo manter-se até ao dia 1 abril.
Este cenário meteorológico traduz-se num aumento dos índices de risco de incêndio até à próxima quarta-feira, dia 31 de março, com condições favoráveis à rápida propagação de incêndios.
Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt.
2. EFEITOS EXPECTÁVEIS
Em função da previsão das condições meteorológicas é expectável:
Tempo seco com condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais.
3. MEDIDAS PREVENTIVAS
A ANEPC recorda que, de acordo com as disposições legais em vigor:
A realização de queimadas extensivas só é permitida após autorização da Autarquia local;
Para os locais onde o índice de risco temporal de incêndio seja de nível muito elevado ou superior:
A queima de matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração, está também sujeita a autorização da autarquia local, devendo esta definir o acompanhamento necessário para a sua concretização, tendo em conta o risco do período e zona em causa.
Para a sua realização deverão ser assegurados os cuidados estabelecidos em https://fogos.icnf.pt/sgif2010/InformacaoPublicaDados/Queima_2019.jpg.
A ANEPC recomenda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio rural, nomeadamente com a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, observando a legislação em vigor, e tomando especial atenção à evolução do perigo de incêndio neste período, disponível junto dos sítios da internet da ANEPC e do IPMA, junto dos Gabinetes Técnicos Florestais das Câmaras Municipais e dos Corpos de Bombeiros.
TODOS SOMOS PROTEÇÃO CIVIL!
Depois de passar pelos Açores e pela Madeira a tempestade LOLA chegou a Portugal Continental.
A meteorologista Patrícia Marques indica que as previsões do Instituto Português do Mar e da Atmosfera apontam para a ocorrência de trovoada, vento e chuva por vezes forte.
Norte e Centro do país serão as regiões mais afectadas. IPMA diz que a chuva deverá manter-se até ao início da próxima semana. Está também prevista a queda de granizo e a ocorrência de ventos fortes.
O aviso amarelo é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas actividades dependentes da situação meteorológica.
A AMN e a Marinha recomendam a toda a comunidade marítima que adopte um estado de vigilância no mar e nas zonas costeiras e redobrem os cuidados tanto na preparação de uma ida para o mar, como quando estão no mar, devendo também reforçar a amarração das embarcações atracadas e fundeadas.
À população em geral, aconselham a que as pessoas permaneçam em casa, em segurança, não se expondo desnecessariamente ao risco.
A proibição de circulação entre os 278 municípios do continente vai ser aplicada no período da Páscoa, diariamente, a partir de 26 de março a até 5 de abril, segundo o plano do Governo de desconfinamento "a conta-gotas" do país, apresentado em 11 de março e que começou a ser aplicado na segunda-feira.
A medida pretende "garantir que a Páscoa não é um momento de deslocação e de encontro, mas, pelo contrário, mais um momento de confinamento", justificou o primeiro-ministro, António Costa, na apresentação do plano de desconfinamento.
"É proibida a circulação para fora do concelho do domicílio no período compreendido entre as 20:00 de sexta-feira e as 05:00 de segunda-feira e, diariamente, a partir do dia 26 de março, sem prejuízo das exceções previstas no artigo 11.º do decreto n.º 9/2020, de 21 de novembro, as quais são aplicáveis com as necessárias adaptações", lê-se no diploma do Governo que regulamenta o estado de emergência.
Decretado pelo Presidente da República, o 13.º estado de emergência, após renovação por mais 15 dias, entrou em vigor às 00:00 de 17 de março e termina às 23:59 de 31 de março, "sem prejuízo de eventuais renovações, nos termos da lei".
Pretende-se neste dia chamar a atenção de todos para o papel fundamental da Proteção Civil na sociedade, nomeadamente na prevenção, preparação e resposta às ocorrências do dia-a-dia, mas também aos acidentes graves e às catástrofes.
A Proteção Civil somos todos nós. E cada vez mais a sensibilização e a informação são reconhecidas como factores essenciais na adoção de comportamentos adequados em situações de emergência.
Alunos "com pés e mãos a doer" de frio nas escolas. O que diz a DGS?
Numa altura de pandemia, é recomendável que as janelas e portas das escolas estejam abertas. Mas com o frio que se faz sentir, de acordo com a orientação da DGS, os sistemas de ventilação e aquecimento podem ser utilizados, desde que com as devidas precauções.
Nos últimos dias, a foto de um jovem, encasacado, de capuz na cabeça, máscara e embrulhado numa manta, alegadamente, tirada numa sala de aulas da Escola Secundária de Serpa, no Alentejo, está a gerar polémica nas redes sociais.De acordo com o professor Vítor Brasão, que partilhou a imagem na sua página de Facebook, esta não uma é montagem. “Esta imagem e outras semelhantes repetem-se, de segunda a sexta, em muitas salas de aula do nosso estabelecimento de ensino/agrupamento”, devido ao facto de ser recomendado, pelas autoridades de saúde, perante a pandemia da Covid-19, que as portas e janelas das salas de aulas estejam abertas, para o arejamento das salas de aulas.
Segundo vários relatos partilhados não só nas redes sociais como em blogs e jornais locais, o cenário da Escola Secundária de Serpa tem-se repetido noutras escolas espalhadas pelo país, principalmente, esta semana, com as baixas temperaturas que Portugal tem registado.
A DGS emitiu um comunicado sobre a temática do frio nas escolas, que tem vindo a público ultimamente e relembrou o que deve ser feito.
De acordo com as orientações conjuntas da Direção-Geral da Saúde, da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e da Direção-Geral da Educação para o ano letivo 2020/21, enviadas às escolas em julho passado –( https://www.dgs.pt/normas-orientacoes-e-informacoes/orientacoes-e-circulares-informativas/orientacao conjunta-dgestedgedgs-pdf.aspx) – “sempre que possível, e que tal não comprometa a segurança das crianças e dos alunos, devem manter-se as janelas e/ou portas abertas, de modo a permitir uma melhor circulação do ar”.
Assim, face à presente situação meteorológica, quando não existam equipamentos de ventilação mecânica nas salas de aula ou outros espaços utilizados para lecionação, o arejamento pode ser realizado de forma natural durante os intervalos, garantindo a ventilação e renovação do ar interior.
É de salientar que, tal como consta nas Orientações da DGS, é permitida a utilização de ventilação mecânica de ar (sistema AVAC – Aquecimento, Ventilação e Ar Condicionado), por forma a garantir o conforto térmico, apesar de o arejamento (renovação do ar) dos espaços dever ser feito preferencialmente com ventilação natural.
Estes sistemas devem ser utilizados em segurança, garantindo a limpeza e manutenção adequada, de acordo com as recomendações do fabricante, e a renovação do ar dos espaços fechados, por arejamento frequente e/ou pelos próprios sistemas de ventilação mecânica (quando esta funcionalidade esteja disponível)“.