quinta-feira, 14 de maio de 2020

COVID19

Em tempos tão inesperados e diferentes, as crianças estão confusas...



Vejam este vídeo para as ajudar a compreender



segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

EXERCÍCIO DE EVACUAÇÃO NA ESCOLA SEDE DO AERT

No dia 22 de janeiro, às 9h30, realizou-se na Escola Sede deste Agrupamento um exercício de evacuação, por forma a consolidar rotinas de comportamento e de atuação em caso de sinistro, com o objetivo de sensibilizar todos os ocupantes da Escola (Alunos, professores e pessoal não docente) a reconhecer o sinal sonoro de alarme, para de imediato cumprirem as instruções de comportamentos a adotar e percursos a seguir.




segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

Coronavírus 2019

O que é o novo Coronavírus 2019?
Os Coronavírus são uma família de vírus que podem causar doença no ser humano. A infeção pode ser semelhante a uma gripe comum ou apresentar-se como doença mais grave, como pneumonia.
O novo Coronavírus (2019-nCoV), foi identificado a 7 de janeiro de 2020, na China. Tal surge na sequência de, a 31 de dezembro de 2019, a China ter reportado à Organização Mundial da Saúde vários casos de doentes com pneumonia de causa desconhecida em trabalhadores e frequentadores do mercado de peixe, mariscos vivos e aves na cidade de Wuhan, província de Hubei.

Como se transmite o Coronavírus?
A identificação de doentes que frequentaram o mercado de Wuhan pressupõe que possa ter havido transmissão a partir do contato com animais. Ainda não se conhece o reservatório do vírus, mas sabe-se que existe transmissão pessoa-a-pessoa.
Ainda são necessárias mais informações para melhor avaliar a extensão desse modo de transmissão.

Quais são os sintomas do Coronavírus e como pode surgir?
Os sintomas reportados por doentes infectados com o 2019-nCoV são habitualmente febre, tosse e falta de ar.
As complicações como pneumonia e bronquite têm surgido sobretudo em doentes idosos ou com outras doenças crónicas que diminuem o seu sistema imunitário.
Todos os doentes identificados até à data estiveram em Wuhan, na província de Hubei, na China ou tiveram contato direto com pessoas doentes provenientes dessa área.
O Centro de Prevenção e Controlo das Doenças (CDC) considera que o tempo de incubação do vírus pode durar entre 2 a 14 dias.

Como prevenir?
Não existe vacina, pelo que a prevenção passa por evitar a exposição a este vírus.
De momento não existem limitações de viagens. No entanto as recomendações de prevenção são as habituais para os viajantes, de acordo com a Direção Geral de Saúde.

Os viajantes que chegam de Wuhan, província de Hubei, China, há menos de 14 dias, e que apresentem sinais e sintomas de infeção respiratória aguda, com febre, tosse e dispneia e nenhuma outra causa que explique a sintomatologia devem:
·         Ligar para o centro de contato SNS24 (808 24 24 24), antes de recorrer a serviços de saúde, e referir sempre o histórico de viagens, e/ou contato com animais e/ou pessoas doentes, seguindo as orientações que lhes forem dadas
·         Restrição social
·         Lavar frequentemente as mãos com água e sabão
·         Adotar medidas de etiqueta respiratória - tapar o nariz e boca quando espirrar ou tossir (com lenço de papel ou com o braço, nunca com as mãos)
·         Deitar o lenço de papel no lixo
·         Lavar as mãos logo de seguida
·         Utilizar máscara cirúrgica, se a sua condição clínica o permitir

Os viajantes que forem para uma área afetada devem:
·         Seguir as recomendações das autoridades de saúde do país
·         Evitar o contato próximo com doentes com infeções respiratórias agudas
·         Lavar as mãos frequentemente com água e sabão ou com uma solução de base alcoólica, especialmente após contacto com uma pessoa infetada ou partilha do seu espaço
·         Evitar o contato com animais
·         Evitar o consumo de produtos de origem animal, crus ou mal cozinhados

Este novo vírus tem tratamento?
Não existe tratamento específico até à data. O tratamento é sintomático e de suporte de órgãos, de acordo com a gravidade dos casos.
Os antibióticos não são adequados para infeções virais. Os antivirais com que se tratam atualmente as pneumonias causadas pelo vírus da gripe não são adequados para o Coronavírus.

É uma emergência internacional?
O Comité de Emergência do Regulamento Sanitário Internacional reuniu a 30 de janeiro, tendo decidido declarar Emergência Global de Saúde Pública. (informação atualizada a 31/01/2020)
A China adotou medidas de contenção rigorosas.

Pode existir em Portugal?
Atualmente, considera-se que os casos que poderão existir em Portugal serão importados.
É considerada moderada a probabilidade de infeção em viajantes que visitem Wuhan.
A probabilidade de transmissão nos países Europeus é considerada baixa, desde que sejam cumpridas as medidas de prevenção.

Como é possível confirmar um caso suspeito em Portugal?
Um doente pode contactar o sistema de saúde, preferencialmente por contato não presencial através da Linha SNS 24 (808 24 24 24) ou do número de emergência médica nacional (112), ou presencialmente num serviço de saúde.
Em ambos cenários, os profissionais de saúde devem adotar as medidas de prevenção e controlo de infeção que constam na Orientação emitida pela Direção Geral de Saúde a 25-01-2020.
Neste momento as colheitas de amostras de produtos biológicos de doentes suspeitos são enviadas e analisadas no Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

VAGA DE FRIO


Os mapas do ECMWH apontam para a continuidade do panorama meteorológico que se tem feito sentir desde o Natal em Portugal continental. Assim, o tempo seco e soalheiro sem qualquer tipo de precipitação contemplado, deverá persistir durante a primeira semana de 2020. O mesmo se aplica ao arquipélago da Madeira que está nesta altura sob a influência de temperaturas altas, na casa dos 20 ºC, gerando alguma preocupação devido ao risco de incêndio em pleno inverno.
Mas no continente será o frio o protagonista da meteorologia. O ambiente frio e gélido já é percetível pelos portugueses, especialmente ao final da tarde e à noite, mas os modelos são consensuais no que toca aos próximos dias: as temperaturas vão baixar. As mínimas vão rondar os 0 ºC, possivelmente com valores negativos no Nordeste transmontano onde será inevitável o surgimento de potentes geadas e ‘pirolitos’ de sincelo como o que apareceu em Chaves.
A par do nevoeiro, estes fatores meteorológicos vão pintar de branco as paisagens de Trás-os-Montes, Alto Douro bem como de algumas localidades do Minho e da Beira Interior. De facto, o nevoeiro tem sido denso por terras transmontanas, como é o caso de Mirandela, e os mapas do tempo apostam por mais alguns dias com esta realidade meteorológica.


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O QUE É UMA VAGA DE FRIO?
Uma vaga de frio é produzida por uma massa de ar frio e geralmente seco que se desenvolve sobre uma área continental.
Considera-se vaga de frio sempre que, pelo menos em seis dias consecutivos, a temperatura mínima do ar seja inferior em 5.ºC, ou mais, ao valor médio das temperaturas mínimas diárias no período de referência.
Durante estes fenómenos ocorrem reduções significativas, por vezes repentinas, das temperaturas diárias, descendo os valores mínimos abaixo dos 0.ºC no Inverno. Estas situações estão geralmente associadas a ventos moderados ou fortes, que ampliam os efeitos do frio.
As vagas de frio podem ser a causa de morte, por hipotermia, sobretudo nos idosos, crianças e pessoas mais desprotegidas.
Os impactos estendem-se igualmente à agricultura, ao sector dos transportes prejudicando a circulação de pessoas e mercadorias e a avultados gastos com energia, devido à necessidade de utilização intensa dos sistemas de aquecimento.
Em Portugal, a sua presença está geralmente associada ao posicionamento do anticiclone dos Açores próximo da Península Ibérica ou de um anticiclone junto à Europa do Norte.

QUE EFEITOS PODE TER NO CORPO HUMANO?

Efeitos
A prolongada exposição ao frio pode causar hipotermia e queimaduras, tornando-se ameaçador para a vida humana, sendo as crianças e os idosos os mais vulneráveis.
As vagas de frio conduzem ao encerramento de escolas e à paralisação de diversas atividades, induzindo também uma maior pressão sobre a produção de energia, devido às maiores solicitações à rede elétrica.
As vagas de frio podem ainda causar a necrose de agroculturas, pois em situações de temperatura muito baixa e vento moderado pode ocorrer o congelamento dos fluidos que circulam no interior das plantas (“geada negra”).
Durante uma vaga de frio a formação de gelo nas estradas é comum, originando uma condução rodoviária perigosa que muitas vezes conduz a acidentes de viação.
Efeitos no corpo humano
Se o corpo humano é exposto a temperaturas muito frias tenta manter o equilíbrio através de mecanismos de regulação da temperatura. Quando a exposição é muito prolongada, a temperatura corporal baixa, uma vez que o calor perdido é superior aquele que é produzido.
À medida que o vento vai aumentando de intensidade a sensibilidade do corpo humano ao frio também aumenta.
Variação da sensação térmica em função da temperatura do ar e da intensidade do vento.

1- Hipotermia
Se a temperatura corporal descer mais de 2ºC abaixo da temperatura normal diz-se que se está num estado de hipotermia. A hipotermia pode ocorrer em adultos e jovens saudáveis, no entanto as crianças e os idosos são mais susceptíveis à exposição prolongada a temperaturas muito baixas. Se este estado persistir durante várias horas pode causar a morte.


Sintomas
Temperatura corporal muito baixa; inactividade física; sonolência que pode evoluir para a confusão mental; a pessoa torna-se desastrada; frequência cardíaca e respiratória baixas.
·         O que fazer?
·         Ligue o 112;
·         coloque a vítima num ambiente quente e tente aquecê-la lentamente;
·         vista a vítima com roupas quentes e secas e embrulhe-a em cobertores;
·         nunca dê líquidos que contenham cafeína (café ou chá) nem bebidas alcoólicas; 
·         tratamentos mais profundos devem ser feitos em meio hospitalar.

2 - Queimadura pelo frio
A exposição do corpo a temperaturas extremamente baixas pode provocar queimaduras pelo frio particularmente nas extremidades (nariz, dedos das mãos e dos pés, orelhas).
Em casos extremos as superfícies desprotegidas chegam a congelar (por congelamento da água existente nas células), o que pode levar a danos irreversíveis que impliquem a amputação. 


segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Chuva, neve e inundações: Protecção Civil alerta para agravamento do tempo

O IPMA tem os 18 distritos de Portugal continental sob aviso amarelo devido aos períodos de chuva por vezes forte e persistente e emitiu outro aviso amarelo para toda a costa continental devido à agitação marítima.


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A Autoridade Nacional de Protecção Civil, a partir de informação do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), alerta para um agravamento das condições meteorológicas durante as próximas 48 horas. Os primeiros efeitos do mau tempo já foram sentidos esta manhã na Póvoa de Varzim, onde houve várias inundações em ruas e em garagens de prédios.

Em causa estão períodos de chuva ou aguaceiros em todo o país, que no Norte e Centro poderão ser especialmente fortes. A precipitação poderá ser de neve a partir dos 1400/1600 metros de altitude a partir da tarde deste domingo, e na segunda a cota desce para os 1000 metros, sendo que no Gerês e em Montalegre pode nevar logo a partir dos 800 metros.O vento também será forte, sobretudo nas terras altas do Norte e Centro, e podem ser registadas rajadas entre os 75 e os 100 km/h.

Risco de lençóis de água e queda de árvores

Perante este cenário meteorológico, a Protecção Civil pede especial atenção a zonas habitualmente vulneráveis a inundações, especialmente em meio urbano, e alerta para risco de lençóis de água e gelo na estrada, para a queda de árvores, para danos em estruturas montadas ou suspensas (como andaimes, guindastes e placards) e para deslizamentos de terras devido à saturação dos solos.


A Protecção Civil apela à desobstrução de sistemas de escoamento de águas e à retirada de objectos que possam ser arrastados. Apela ainda a uma condução defensiva e com velocidade reduzida, e que se evite o atravessamento de zonas inundadas. As estruturas soltas ou suspensas devem ser adequadamente fixadas. Deve haver especial cuidado em zonas arborizadas, devido ao risco de queda de ramos ou de árvores. Não devem ser praticadas actividades relacionadas com o mar, como a pesca desportiva, desportos náuticos ou passeios à beira-mar. Não é igualmente recomendável estacionar viaturas junto ao mar.
Todo o país sob aviso amarelo devido a chuva e agitação marítima
De momento, o IPMA tem os 18 distritos de Portugal continental sob aviso amarelo devido aos períodos de chuva por vezes forte e persistente e emitiu outro aviso amarelo para toda a costa continental devido à agitação marítima.O IPMA colocou também em aviso amarelo os distritos de Bragança, Viseu, Guarda, Vila Real, Viana do Castelo, Braga e Castelo Branco devido à previsão de queda de neve acima de 1400/1600 metros, descendo gradualmente a cota para 800/1000 metros, entre as 15h desta segunda-feira e as 3h de terça-feira.Sob aviso amarelo estão ainda os distritos de Viseu, Évora, Guarda, Faro, Beja, Castelo Branco, Coimbra e Portalegre por causa do vento forte com rajadas até aos 80 quilómetros por hora, entre as 9h e as 18h de segunda-feira.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

A TERRA TREME NA EB1 DE CABANAS


Na EB de Cabanas, no dia 13 de novembro fizemos uma assembleia de escola onde apresentamos um powerpoint acerca do tema: “ A terra treme” – os sismos, abordando os seguintes aspetos: como agir antes, durante e depois. Nesta assembleia os alunos do 4º ano tiveram um papel fundamental nos esclarecimentos prestados pois este conteúdo programático já tinha sido abordado em Estudo do Meio. Realizamos ainda o exercício que englobam os três atos que devem de estar presentes em caso de sismo: baixar, proteger e aguardar.
No dia 15 de novembro realizamos o simulacro da Terra Treme às 11h15 tendo os alunos, da nossa escola, tido um comportamento exemplar.




A TERRA TREME NA EB1 DE S.CAETANO






DIA DO AERT

No dia 22 de março, último dia de aulas do 2º período, a escola sede recebeu os alunos e crianças de todos os edifícios do Agrupamento, para...